2. ENTREVISTA COM ZYGMUNT BAUMAN
4. ANÁLISE DA BIBLIOGRAFIA DE BAUMAN
5. ESTUDOS SOBRE A OBRA MODERNIDADE LÍQUIDA DE BAUMAN
file:///Users/queilajaquelinenunesmartins/Downloads/Dialnet-EstudosCientificosSobreAObraModernidadeLiquidaDeZy-9004560.pdf
7. OS SELVES NA MODERNIDADE LÍQUIDA
8. QUESTÕES DE CONCURSO SOBRE BAUMAN
9. FRASES DE BAUMAN
“Sinto-me em casa em qualquer lugar, embora não haja um lugar que eu possa chamar de lar”. — Em seu livro “A Cultura no Mundo Líquido Moderno”, publicado em 2013.
“Descrições de líquidos são fotos instantâneas, que precisam ser datadas”. — Em seu livro “Modernidade Líquida”, lançado em 2001.
“Os tempos são líquidos porque tudo muda tão rapidamente. Nada é feito para durar, para ser sólido.”
“O velho limite sagrado entre o horário de trabalho e o tempo pessoal desapareceu. Estamos permanentemente disponíveis, sempre no posto de trabalho”. — Em seu livro “Modernidade Líquida”, lançado em 2001.
“Foi uma catástrofe arrastar a classe média à precariedade. O conflito não é mais entre classes, é de cada um com a sociedade”.
“Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas.” — Em entrevista à revista ISTOÉ, em 2010.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”. — Em seu livro “Cartas do Mundo Líquido Moderno”, publicado em 2011.
“Os otimistas acreditam que este mundo é o melhor possível, ao passo que os pessimistas suspeitam que os otimistas possam estar certos…”.
“As redes sociais são uma armadilha”. — Em entrevista para o El País, em 2016.
“Se os direitos políticos podem ser usados para enraizar e solidificar as liberdades pessoais assentadas no poder econômico, dificilmente garantirão liberdades pessoais aos despossuídos, que não têm direito aos recursos sem os quais a liberdade pessoal não pode ser obtida nem, na prática, desfrutada”. — Em seu livro “Tempos Líquidos”, publicado em 2007.
“Para a maioria dos estudantes, a educação é acima de tudo uma porta de entrada para o emprego”. — Em seu livro Vida Líquida, publicado em 2005.
“Na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte”. — Em seu livro “Vida para Consumo”, lançado em 2008.
“Vivemos o fim do futuro”. — Em entrevista à revista Época, em 2014.
“Em vez de construir muros, deveríamos construir pontes”. — Em seu livro “Estranhos à Nossa Porta”, publicado em 2016.
10. LIVROS DE ZYGMUNT BAUMAN